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Prefeitura oferece tratamento e aparelhos de surdez a usuários do SUS
Setembro 13, 2011

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), comprometida com o atendimento integral da saúde do paulistano, oferece, gratuitamente, aparelhos auditivos aos pacientes assistidos pela rede de saúde municipal. Em 2010, foram realizadas 9.629 avaliações e fornecidos 12.979 aparelhos auditivos na Cidade. De janeiro a junho de 2011, o número de avaliações chegou a 5.212, com 8.651 aparelhos distribuídos pelos oito serviços da Cidade.

Qualquer pessoa com suspeita de perda auditiva deve comparecer à Unidade Básica de Saúde (UBS) mais perto de onde mora ou trabalha.  O paciente será encaminhado a uma das 16 unidades do Núcleo Integrado de Saúde Auditiva (Nisa) e passará por avaliação pelo otorrinolaringologista. “Constatada a necessidade de aparelho auditivo, o Nisa realiza o agendamento no serviço de referência, acompanha todo o processo até o retorno, quando irá avaliar os benefícios e a satisfação das pessoas quanto ao uso do aparelho fornecido pelo SUS, intervindo com ações complementares para alcançar este objetivo”, afirma a fonoaudióloga e coordenadora da Saúde da Pessoa com Deficiência da Secretaria Municipal da Saúde, Sandra Maria Vieira Tristão de Almeida.  

A ação é desenvolvida exclusivamente por serviços especializados, composto por equipes, estrutura física e funcionamento com características definidas pela legislação. Esses serviços são divididos entre média e alta complexidade. O primeiro atende pacientes maiores de três anos com problemas auditivos. Os de alta complexidade atendem pessoas com qualquer característica, inclusive crianças menores de três anos e as que possuem outros problemas associados. Os serviços de média complexidade possuem otorrinolaringologista, psicólogo, fonoaudiólogo e assistente social. Os de alta têm a mesma constituição de equipe e também um pediatra, um neurologista e/ou neuropediatra.

A rede de atenção à saúde auditiva é composta por oito serviços na cidade de São Paulo. Dois são próprios do Município. Os Ambulatórios de Especialidades de Pirituba e da Penha possuem duas unidades (uma em cada um) do Nisa. Outras três unidades estão sob gestão municipal (Derdic, Cema e Santa Casa de Santo Amaro). O Hospital das Clínicas, a Unifesp e a Santa Casa de São Paulo encontram-se sob a responsabilidade do Estado.

Os serviços realizam diagnóstico, seleção, fornecem o aparelho (de acordo com a necessidade do paciente), acompanham seu uso e oferecem a terapia fonoaudiológica. A proposta é que o paciente retorne ao serviço pelo menos uma vez ao ano para verificar o funcionamento do aparelho e fazer nova avaliação audiológica.

O fornecimento de aparelhos auditivos pelo SUS está organizado segundo as diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Saúde Auditiva e legislação complementar, que definiu ações e serviços para atenção à saúde auditiva dos brasileiros, em diferentes níveis de complexidade.

Ação já é integrada ao Programa Mãe Paulistana

Desde agosto de 2010, os bebês que nascem nas maternidades integradas ao Programa Mãe Paulistana passam por triagem auditiva. É o teste da orelhinha. São cerca de 4 mil nascidos triados por mês. O objetivo é detectar precocemente possíveis deficiências auditivas.

Quatro empresas contratadas realizam a triagem. Os bebês passam pelo teste e as mães são orientadas sobre o desenvolvimento da audição e como prevenir doenças que causam problemas auditivos. Se o teste apresentar alguma alteração, o bebê realizará novo teste. Se a falha auditiva persistir, a criança será agendada em um dos serviços de alta complexidade para realizar o diagnóstico e o tratamento.

Segundo a fonoaudióloga Sandra Maria Vieira, passar no teste significa que o bebê nasceu ouvindo bem. Alguns fatores, porém, podem prejudicar a audição pós-nascimento. “Falhar na triagem não significa que a criança seja surda, mas que há necessidade de uma investigação especializada. Além da surdez, existem outros problemas que afetam a audi ção e são importantes de serem identificados e tratados precocemente, para melhor desenvolvimento da criança”, orienta.

Até maio deste ano, foram feitas 33 mil triagens, com 90 encaminhamentos para diagnóstico.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de São Paulo


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