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De São Paulo a Paranapiacaba de trem e bicicleta
Janeiro 03, 2008

A Vila de Paranapiacaba, no município de Santo André, oferece ao visitante um amplo leque de atrações. Implantada na segunda metade do século XIX como residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway, durante a construção da ferrovia que ligava o interior do Estado de São Paulo ao Porto de Santos, preserva até hoje a herança da cultura inglesa nas casas, estruturas, e nas pessoas. Em torno da Vila, no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba, é possível, além de observara a flora e fauna típica da Mata Atlântica, percorrer -na companhia de Monitores Ambientais especialmente treinados- diversas trilhas, que ora levam a locais de beleza espetacular, ora a belas e refrescantes cachoeiras. É possível, ainda, praticar arborismo, nos dois circuitos de trilhas suspensas implantados em área de Mata Atlântica preservada.

De trem

Nossa viagem começa na Estação da Luz, no Centro de São Paulo, onde na Plataforma 1 devemos pegar o trem com destino a Rio Grande da Serra. A viagem é feita em vagões confortáveis, limpos, climatizados, e demora uma hora. A bicicleta, cujo transporte é permitido em certos horários (sábados, das 15h às 20h nos sábados e Domingos e feriados das 7h às 20h), pode ser acomodada em um espaço destinado a tais fins, no último vagão da composição.

De bike

Ao sair  à estação final, Rio Grande da Serra, pegue a subida à esquerda, e pedale por aproximadamente um quilômetro e meio até chegar ao trevo. Entre à esquerda e você já estará na estrada que leva à Vila.

Até Paranapiacaba são aproximadamente 11 quilômetros. Após os primeiros 4 quilômetros é possível avistar a Serra do Mar; a paisagem é muito bonita. Há subidas que exigem um esforço considerável daqueles que não tiverem um preparo físico adequado.

Aproximadamente 800 metros após uma placa que indica que faltam 5 quilômetros para nosso destino, você verá uma placa que oferece dois caminhos para chegar à Vila: continue em frente, em direção à parte Alta da cidade. Chegando lá, você verá a área destinada a estacionamento. Observe a placa a sua direita que aponta o Mirante. Vá lá e suba até o topo da estrutura: a vista -se as condições climáticas são favoráveis- é espetacular.

Na Vila

A parte Alta oferece algumas lanchonetes e pousadas, e algumas ruas com construções típicas da região.

A descida à parte baixa é muito íngreme. Se sua bike não estiver equipada com um excelente sistema de freios, desça a pé, levando a bicicleta junto.

Para acessar à parte Baixa é necessário atravessar a ponte que liga ambas parte da cidade. É na parte Baixa onde concentra-se a maior parte do comércio local. Vá até o Centro de Atendimento ao Turista (Largo dos Padeiros, s/nº, Tel. 4439-0237) e informe-se das diversos opções de lazer.

Se você gosta de descobrir botecos simples onde saborear uma refeição caseira, permita-nos sugerir uma visita ao Acarajé & Cia, na Rua Direita, 340 (tel: 4439-0257), onde o Sr. Diniz prepara pessoalmente a comida no fogão a lenha. A comida é deliciosa, e o preço muito barato. Vale a pensa conferir, como entrada, o Acarajé Paulista, a especialidade do proprietário.

Após a visita à Vila e suas atrações, lembre: você ainda tem de retornar a Rio Grande da Serra, para pegar o trem de volta a São Paulo. Reserve energia suficiente.

Fora a bike ...

Caso prefira ir de carro, siga pela Via Anchieta até o Km 29 (Riacho Grande, placa sentido Ribeirão Pires), entre na SP 148 (Estrada Velha de Santos), até o Km 33; pegue a Rodovia Índio Tibiriçá (SP 31) até o Km 45,5 (Posto Shell), e a SP 122 até Paranapiacaba.

Você pode continuar de ônibus após descer na Estação de Rio Grande da Serra. O ônibus integração até Paranapiacaba parte a cada meia hora nos finais de semana; Solicite o bilhete integração nos guichês da CPTM. Na volta, solicite o bilhete para o cobrador do ônibus.

Alguns conselhos

Evite a viagem de bike se você não tiver um bom preparo físico. O passeio na Vila já é cansativo, devido às subidas; some a isso mais 25 quilômetros de bike para ter uma idéia do esforço requerido.

Pegue o primeiro trem, às 8 horas. No verão pegar estrada sob sol forte desidrata e cansa rapidamente.

Leve abundante quantidade de água, e algumas frutas para comer no caminho

Leve uma muda completa de roupa seca. Na cachoeira, você vai querer tomar um banho

Leve repelente, se for entrar na Mata Atlântica, e protetor solar.

Leve duas câmaras extras, e apetrechos para trocá-las. Não esqueça também a bomba para encher o pneu em caso de necessidade.

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Comentários registrados para esta reportagem

Em 25 de Outubro de 2010 Renan escreveu: Valeu pelas dicas! Fiz o rolê ontem e foi muito legal mesmo. Parabéns pela matéria.

Em 18 de Agosto de 2010 Yesca escreveu: Muito bem feita a reportagem, parabéns. Vou fazer o trajeto e descobrir se o meu preparo físico é suficiente :-)

Em 17 de Julho de 2010 Aurinéia Pereira escreveu: Muito bacana as dicas, parabéns a quem escreveu.

Em 27 de Setembro de 2009 Paranapiacaba escreveu: em rgs deveria ter ido por outro caminho, é mais tranquilo, e mais verde,

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