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Comerciantes e moradores poderão ser parceiros da requalificação da Nova Luz Junho 17, 2011
Comerciantes e moradores da região central terão a oportunidade de
participar do projeto urbanístico Nova Luz. Em reunião técnica ocorrida
na manhã desta quinta-feira (16/6), na Prefeitura de São Paulo, o
secretário de Desenvolvimento Urbano apresentou ao
prefeito de São Paulo e secretários a evolução do projeto.
Além
da atuação integral do concessionário, entre as novas alternativas, os
proprietários poderão se unir e fazer as intervenções nos imóveis de uma
quadra por conta própria, atendendo às diretrizes do projeto
urbanístico (implantação voluntária). Outra possibilidade é uma atuação
conjunta entre o concessionário e proprietários dos imóveis (implantação
compartilhada).
O prefeito de São Paulo enfatizou que a
participação dos proprietários de imóveis no projeto é resultado de
diversos encontros realizados para debater as intervenções na área.
“Hoje realizamos a última reunião técnica com várias ideias da
comunidade incorporadas ao projeto. A população entendeu a importância
das transformações e chegamos a um consenso. Pretendemos agendar uma
apresentação do projeto para o início de julho”.
De acordo com o
secretário de Desenvolvimento Urbano, os moradores terão prioridade para participar da
requalificação da área. “O concessionário terá como premissa a
negociação com os proprietários e só adotar os mecanismos de
desapropriação quando não obtiver sucesso”, explicou.
O
concessionário que vencer o processo licitatório terá a responsabilidade
de fazer todas as obras de infraestrutura, como as calçadas,
equipamentos sociais e novas praças. Se todas as quadras seguirem à
implantação voluntária, o concessionário ficaria responsável pelas obras
de infraestrutura. No entanto, também deve verificar se os
proprietários estão fazendo os projetos de intervenção nas quadras de
acordo com as diretrizes do projeto urbanístico.
Cronograma
Um
cronograma das intervenções nas quadras foi integrado ao projeto como
forma de manter as atividades econômicas na região. O projeto vai ser
implantado em cinco fases, cada uma correspondente a um conjunto de
quadras que serão implantadas sucessivamente.
A primeira fase
das intervenções, aplicada em lotes maiores, se inicia logo após a
concessão. Na sequência, as intervenções serão feitas do quinto ano ao
sétimo (segunda fase); do sétimo ano ao décimo (terceira fase); 10º a
12º (quarta fase) e do 12º ao 15º ano, o que inclui as intervenções
planejadas.
Durante a apresentação do projeto, o secretário observou que haverá um incremento de 90% das habitações a partir
do projeto. Serão mais de 2,5 mil unidades de mercado popular e
interesse social, além de outras 2,7 mil novas unidades habitacionais.
“Será uma região ideal, com um grande adensamento populacional que terá
disponível, em uma área mais compacta, diversos equipamentos públicos
como metrô e serviços de educação e saúde”, finalizou.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de São Paulo
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