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Praça Cornélia, na Lapa, ganha Ponto de Entrega Voluntária de material reciclável
Maio 19, 2011

Moradores da Lapa, na Zona Oeste, acostumados com o trabalho de coleta seletiva realizado pela ONG Reciclázaro, que funcionava nos fundos da Paróquia São João de Maria Vianney e teve de ser desativado, agora já podem contar com um Ponto de Entrega Voluntário (PEV) no local.

Instalado desde terça-feira na praça Cornélia, o novo PEV receberá materiais recicláveis como garrafas PET, latinhas de refrigerante, papéis, vidros, entre outros. Óleo de cozinha usado também poderá ser deixado no local.

A cooperativa Cooperação é responsável pela coleta, separação e destinação desses materiais para reciclagem. Embora o contêiner apresente divisões por tipo de material, após a coleta é preciso fazer nova seleção, tarefa executada pelos cooperados, que atuam na coleta seletiva. O que o PEV realiza é uma pré-seleção, que facilita o trabalho seguinte. Os PEVs têm capacidade para receber até 1 tonelada de material reciclável.

Além da praça Cornélia, a Subprefeitura da Lapa disponibiliza atualmente mais dois PEVs. Um deles está localizado no estacionamento da subprefeitura, próximo da Praça de Atendimento, e o outro no Clube Escola Lapa – Pelezão, desde 2008.

Os pontos de entrega foram instalados por meio de um convênio com a BR 10, empresa conveniada com a Prefeitura de São Paulo, que presta assessoria para a implantação de pontos de coleta seletiva e gerencia a destinação final desses resíduos sólidos. A coleta nos PEVs é  feita três vezes por semana ou sempre que houver necessidade. No PEV do Pelezão, por exemplo, a média de material coletado por mês é de quatro toneladas.

Na região da Lapa, as cooperativas de reciclagem autorizadas pelo Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb) são Cooperação, Cooper Vivabem e Cooperativa Mofarrej.

Grelhas de plástico

A Subprefeitura Lapa iniciou o uso de grelhas de sarjeta recicláveis na região. Feitas de plástico, as novas grelhas  substituirão as tradicionais, diminuindo o gasto público com o material, uma vez que as antigas, fabricadas de aço, eram alvo de furto por causa de seu valor comercial.

Instaladas nas sarjetas de ruas e avenidas de São Paulo, as grelhas servem para auxiliar o escoamento das águas, impedindo que objetos caiam em galerias e ramais e prejudiquem o sistema de drenagem do Município. As fabricadas com material reciclado - originadas de embalagens de detergente, amaciante e desodorante -, embora não tenham valor comercial, funcionam da mesma forma que as de aço. Anualmente, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras repõe cerca de 4.000 grelhas por causa de furtos.

A primeira grelha reciclável da região foi instalada na avenida José Maria de Faria, em caráter de teste. Aprovada a novidade, a tendência é que as grelhas sejam substituídas gradativamente, de acordo com a necessidade.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de São Paulo


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