Os Sete Machados

Os Sete Machados

Drama, 12 anos

Os Sete Machados

Drama, 12 anos

Sinopse: Carlos era um homem simples, trabalhador e amado. Esposo, pai, filho e irmão exemplar. Uma tentativa de assalto frustrada interrompe brutalmente sua vida — e arranca o chão da família Machado. Meses depois, Vagalume, o suspeito do crime, é absolvido por falta de provas. Inconformados, a mãe e os irmãos de Carlos decidem agir com as próprias mãos: sequestram o acusado e o levam para um cativeiro improvisado, decididos a fazer justiça. Mas quando a esposa e os filhos do falecido descobrem o plano e resolvem intervir, a noite de vingança se transforma em uma guerra moral entre sangue e consciência. “Olho por olho, dente por dente.” Até que ponto a dor justifica a violência? Um retrato cru e visceral do instinto humano e de suas fronteiras éticas.

Av. Rebouças, 3970 - 3º Piso - Shopping Eldorado, Pinheiros

Elenco/Direção: Texto e Direção Geral: Luccas Papp Elenco: Annamaria Dias, Bruno Cavalcanti, Cynthia Falabella, Eduardo Melo, Gabriel Moura, Giovana Stinglin, Luccas Papp e Marjorie Gerardi.

Data: até 12 de Abril; Sábados, às 21h; domingos, às 19h. (exceto 04 e 05 de abril)

Não há sessões com interpretação em LIBRAS

Não há sessões para espectadores com Transtorno do Espectro Autista

Na bilheteria

R$ 100,00

No Sampa ingressos

R$ 50,00

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Comentários

Apesar das instalações do local, a peça foi ótima!

Marcus C.

Excelente peça, recomendo a todos

Murillo R.

Muito bom.

Robson G.

A peça me surpreendeu muito, assim como a qualidade dos atores, até me emocionaram! Amei e estão todos de parabéns!

Cristiane S.

Excelente texto e atores.

Ricardo R.

Os Sete Machados — uma peça que atravessou minha alma Assistir a Os Sete Machados foi uma experiência que não ficou apenas no campo do entretenimento. Foi daquelas vivências que nos atravessam por dentro, que mexem com nossas convicções, nossas emoções e até com a forma como olhamos para nós mesmos. Saí da peça profundamente impactado, como se cada cena tivesse deixado uma marca silenciosa, mas muito viva. O enredo é intenso, íntimo e extremamente humano. A narrativa é construída de forma tão verdadeira que, em vários momentos, senti meu coração se revoltar diante das situações apresentadas. A peça nos coloca frente a frente com um tema delicado e extremamente atual: a justiça feita pelas próprias mãos. Em um primeiro impulso, é fácil compreender a dor, a revolta e até o desejo de vingança. Afinal, quando a injustiça se apresenta de forma brutal, a alma humana tende a clamar por reparação. Mas é exatamente aí que a peça nos confronta. Ela nos pergunta, sem piedade: ao fazer justiça com as próprias mãos, não nos tornamos iguais — ou talvez até piores — do que aquele que julgamos? Esse é o grande mérito da obra. Nada é simplificado. Nada é entregue pronto. Ao contrário, somos levados lentamente a perceber que o verdadeiro perigo não está apenas no crime em si, mas na soberba silenciosa que pode nascer dentro de nós quando acreditamos que temos autoridade moral absoluta para julgar o outro. A peça vai desmontando essa ilusão camada por camada. Aos poucos, percebemos que todos somos falhos. Todos carregamos nossas próprias contradições, nossas fraquezas, nossos momentos de sombra. E quando esquecemos disso, corremos o risco de assumir um papel que não nos pertence: o de juízes perfeitos. Essa reflexão é poderosa, quase desconfortável — e exatamente por isso tão necessária. Outro ponto que merece destaque é o trabalho extraordinário do elenco. Todos os atores estavam absolutamente entregues à história. Não houve um único momento em que a emoção parecesse forçada ou artificial. Pelo contrário: havia uma verdade pulsando em cada diálogo, em cada olhar, em cada silêncio. A conexão entre os atores era visível e quase palpável. Parecia que eles respiravam no mesmo ritmo, como se cada cena fosse construída coletivamente, com uma sensibilidade rara. Esse entrosamento fez toda a diferença, transformando a peça em algo ainda mais profundo e impactante. O resultado foi uma experiência teatral completa: intensa, provocadora e profundamente humana. Os Sete Machados não é apenas uma peça que se assiste. É uma peça que se sente. Que incomoda. Que provoca reflexão. Que nos faz sair do teatro levando perguntas para casa. E talvez seja exatamente esse o papel mais bonito da arte: nos lembrar que a vida é complexa demais para respostas simples — e que, antes de julgarmos o outro, precisamos olhar com honestidade para dentro de nós mesmos. Saí do teatro tocado, reflexivo e profundamente grato por ter vivido essa experiência. Simplesmente adorei. ?

Luciano A.

Ótimos atores, enredo incrível, trabalho foda

Luis B.

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