Maio 26, 2026
A Jorge Garcia Companhia de Dança apresenta "A Ilha", novo espetáculo criado para espaços públicos e concebido como uma experiência de ocupação urbana e encontro. Após estreia na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo, a montagem segue para a área externa do Teatro Paulo Eiró, em Santo Amaro, com apresentações gratuitas nos dias 29, 30 e 31 de maio, sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h.
Criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, o trabalho celebra os 20 anos da companhia e dá continuidade à sua pesquisa em intervenções urbanas. Em cena, cinco bailarinos e quatro músicos ocupam um palco circular, transformando a praça em uma arena a céu aberto e aproximando artistas e público.
Inspirada no Cavalo Marinho, manifestação da cultura popular pernambucana, "A Ilha" articula dança contemporânea e música ao vivo em uma construção coletiva. Ritmo, presença e improvisação atravessam a cena, em diálogo direto com a musicalidade e com a dinâmica do espaço público. Executada ao vivo, a trilha tem direção de Eder "O" Rocha e Maurício Badé, integrantes da Banda Mestre Ambrósio.

A cenografia de Leo Ceolin recria o ambiente de convivência de uma praça, enquanto os figurinos assinados por Carol Sudati dialogam com o imaginário visual do Cavalo Marinho. A iluminação é de Rossana Boccia.
Ä Ilha" integra projeto contemplado pela 38ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
Sobre a Jorge Garcia Companhia de Dança
Fundada pelo coreógrafo pernambucano Jorge Garcia, a companhia desenvolve, há duas décadas, uma linguagem própria voltada à investigação das relações entre corpo, espaço e suas transformações. Com uma abordagem multidisciplinar, seus trabalhos articulam diferentes linguagens artísticas – com destaque para a dança em vídeo e criações no ambiente urbano – na busca por um corpo versátil e contemporâneo.
Ao longo de sua trajetória, construiu um repertório amplo e diversificado, com obras como Cantinho de Nóis (2005), Histórias da 1/2 Noite (2006), Cabeça de Orfeu (2008), Nihil Obstat (2009), Área Reescrita (2010), Caixa de Vidro (2012), Imprimi Potest (2013), Rotatória (2013), COPYLEFT (2014), a série Plano Sequência (2017–2019), além de criações mais recentes como Me Mostra Onde Dói (2022), Quatro Cantos (2022) e Estudos para Quimera (2023).
SERVIÇO
Dias: 29, 30 e 31 de maio
Horário: sexta e sábado, às 19h, e domingo, às 18h
Local: Teatro Paulo Eiró (Praça – área externa)
Endereço: Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro, São Paulo - SP, 04733-100
Entrada: gratuita
Livre | Duração: 60 minutos
Ficha Técnica
Direção, Concepção e Coreografia: Jorge Garcia | Trilha Sonora e execução ao vivo: Eder "O" Rocha e Maurício Badé - Músicos convidados: RUBI e Uriã de Barros | Elenco: Alisson Lima, Cristiano Bacelar, Dani Moraes, Jorge Garcia e Karen Marçal | Cenário: Leo Ceolin | Cenografia: El Ciclo / Leo Ceolin - Serralheria: Ednei Davelli - Marcenaria: Mauro Gonçalves |Iluminação: Rossana Boccia | Vestuário: Carolina Sudati em co-criação com a companhia e equipe: Amanda Gomes, Lia Morena, Thiago Fabril, Edna Naomi e Nádia Schurkim | Técnico de Luz e Cenotécnico: Enor Fonseca | Técnicos de Som: Antônio Porto e Paulo Grassmann |Workshops: Alício Amaral (Cia. Mundu Rodá), Kelly Silva e Juliana Pardo | Design Gráfico: Sonaly Macedo | Fotografia: Silvia Machado | Registro em vídeo: Pri Magalhães | Divulgação/Mídias Sociais: Portal MUD e Juliana Vinagre | Assessoria de Imprensa: Elaine Calux | Assistentes de Produção: Flávia Santos e Yngrid Gomes | Produção Geral: Cristiane Klein (Dionísio Produção)
Fonte: Elaine Calux - Assessoria de Imprensa
Encontro com Professores debate legado de Mestre Didi e ensino da cultura afro-brasileira no Itaú Cultural.
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Sobre um monociclo acrobático, percorrendo uma trilha de garrafas de vidro com objetos em movimento, o artista cria uma narrativa delicada sobre a coragem de continuar, mesmo diante do impossível.
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