Maio 08, 2025
Neste sábado, dia 10 de maio, às 17h30, o Sesc Itaquera (capital) recebe o solo de dança "Tenha cuidado! É o meu coração", com direção e performance do bailarino Mayk Ricardo. O espetáculo será apresentado no espaço Caixa Preta da unidade. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é de 14 anos. Mayk traz à cena uma potente investigação poética, afetiva e política sobre os corpos negros. A partir da biologia do coração e de vivências pessoais, o bailarino propõe uma dança que questiona os atravessamentos estéticos, sociais e históricos que moldam as relações dos corpos negros com o mundo e com o afeto.
Partindo dessa perspectiva autobiográfica e sistêmica para abordar o corpo como território de cuidado e resistência: "Trata-se de um diálogo com o imaginário social que a branquitude construiu sobre o corpo preto — um corpo historicamente objetificado e supersexualizado", destaca Mayk Ricardo, que se apoia em sua própria formação em Biologia e em sua trajetória na dança para criar experiências cênicas que mobilizam sensibilidade e crítica. A dramaturgia conjunta e a assistência de direção é assinada por Anna Claudia Magalhães, artista multimídia e arte-educadora. A apresentação tem duração de 80 minutos, e faz um convite à escuta atenta, ao acolhimento e à revisão de afetos, utilizando o corpo como linguagem central para resistir às violências e ressignificar a existência.

Serviço
Dança: Tenha cuidado! É o meu coração
Data da apresentação: 10 de maio (sábado)
Horário: 17h30
Local: Sesc Itaquera – Espaço Caixa Preta
Endereço: Avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 – Itaquera, São Paulo (SP)
Entrada: Gratuita
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Mais informações no site do Sesc São Paulo: www.sescsp.org.br/programacao/tenha-cuidado-e-o-meu-coracao-2
Ficha Técnica
Direção, dramaturgia e bailarino: Mayk Ricardo
Convidada: Rosmeire Aparecida dos Santos
Dramaturgia e assistência de direção: Anna Claudia Magalhães
Operação de luz: Reni Trombi
Operação de som: Victor Silveira (Vitin.wav)
Tecnologia e vídeo-projeção: Agrupamento Robô.Art (Vinicius Dall'Acqua e Elissa Pomponio)
Produção: Larissa Macena e Andrea Capelli
Assessoria de imprensa: Felipe Ibrahim
SOBRE O BAILARINO MAYK RICARDO
Biólogo e artista da dança desde 2005, Mayk Ricardo atua na pesquisa e produção cultural. Iniciou seus estudos em dança contemporânea na KD Cia. de Dança, na cidade de Potirendaba (SP). Desde 2020, tem concentrado seu trabalho em pesquisas sobre o corpo negro na dança, com projetos como a vídeo-dança "su.jei.to" e a pesquisa/performance "Movimento-afeto: dançando histórias de amor", premiados pela Funarte e pelo Prêmio Nelson Seixas. É diretor do experimento cênico "OUTROS NAVIOS: danças para não morrer", comissionado pelo SESC Rio Preto. Colaborou em diversos trabalhos de artistas de SP e RJ, incluindo a vídeo-dança "10danças e 1 poeta", de Paulo Emílio Azevedo/Cia. Gente (2021); as performances "Plataforma Sísmica" (2022), de Leandro Souza; "Cartas ao Mundo" (2022), dirigida por Bia Lessa para o SESC Avenida Paulista; "Duplos" (2023), de Talita Florêncio e Thiago Salas; o videoclipe "Lamento", da banda carioca Acquaria (2023); e os espetáculos "Transe em Trópico" (2023) e "Florestar – nenhum lugar é fora" (2025), do Núcleo Cinematográfico de Dança. É bailarino convidado do Núcleo Cinematográfico de Dança (SP) e mediador cultural do programa Caminhando com Arte da Fundação Itaú (Itaú Cultural).
SOBRE A DRAMATURGA ANNA CLAUDIA MAGALHÃES
É graduada em Letras pela UNESP São José do Rio Preto, cidade onde reside. Artista multimídia e arte-educadora, suas produções e mediações passam pela escrita, arte visual e performance. Foi cronista do jornal Diário da Região entre 2014 e 2019, participou do coletivo poético Pretas PalaBRas e produz ilustrações para livros e periódicos. Principais publicações escritas: "Baiacu" (2018), livro de artes coletivo editado por Laerte e Angeli, "Pororoca" (2023), livro sobre maternidade coescrito com Carolina Capelli, "Sala de Espera" (2020), dramaturgia coletiva pela Cênica e "Bitita, para não esquecer" (2022), dramaturgia pela Cênica. Exposições de arte: "RISCO" (2019), Bienal Black Brasil Art. Suas criações e discussões, incluem (também) questões de gênero e raça, pois acredita que a arte é a potência para as transformações sociais.
Fonte: Assessoria de Imprensa: Felipe Ibrahim
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