Novembro 07, 2025
Com texto de Régis de Oliveira - que estreou na dramaturgia com o sucesso “O Deus de Spinoza” - direção de Bruno Perillo e Luiz Amorim como protagonista, O Julgamento de Sócrates é um mergulho na essência humana e no drama que é um marco da filosofia ocidental.
"Mais que o relato de um fato histórico, o espetáculo é um espelho para nosso tempo: o que acontece quando o pensamento livre desafia o poder?" questiona Régis de Oliveira sobre a atualidade do tema.
Sócrates (470 a.C.-399 a.C.) é reconhecido como o pai da filosofia. É atribuído a ele o pensamento “Só sei que nada sei” reconhecendo a sua própria ignorância diante do verdadeiro conhecimento. Sócrates foi acusado de corromper a juventude e profanar deuses o que o levou para a sua condenação à morte. É a partir deste fato que a peça se desenrola.
Acusado por cidadãos atenienses de corromper os jovens e de profanar os deuses da cidade, Sócrates é condenado à morte. A tragédia aprofunda-se na prisão e na real possibilidade de fuga. Mas Sócrates recusa e enfrenta seu destino com ironia sagaz e lógica implacável.
Para ele, trair as leis de Atenas seria trair a própria alma, e a coerência entre pensamento e ação não se negocia.
Em seu último dia de vida ele conduz com seus amigos seus últimos diálogos: uma meditação sublime sobre a imortalidade da alma, a coragem perante o desconhecido e a beleza de uma vida vivida sem mentiras. Com uma serenidade que desafia a própria morte, ergue a taça de cicuta e bebe.

"A peça humaniza o ícone: Sócrates não é um mármore, mas um homem que ri, questiona e enfrenta a morte sem medo” fala o ator Luiz Amorim que vive o filósofo no espetáculo.
O Julgamento de Sócrates é um mergulho na essência humana: o conflito entre convicção e conveniência, o preço da verdade e o legado de quem escolhe morrer de pé para que suas ideias vivam para sempre.
Baseada e inspirada em três livros de Platão (“A Apologia de Sócrates”, “Críton” e “Fédon”) o texto de Régis de Oliveira traz um ritmo dinâmico, leve e muito atual ao personagem considerado o pai da filosofia moderna. Com movimentos bem desenhados, cenografia inspirada e música grega acompanhada de banda executada ao vivo, a peça tem um grande apelo popular.
SINOPSE
Em uma Atenas tomada pela tensão entre tradição e pensamento livre, Sócrates — o filósofo que desafiava certezas e incitava a juventude a questionar — é arrastado ao tribunal. Acusado por cidadãos atenienses de corromper os jovens e de profanar os deuses da cidade, ele enfrenta seu destino com ironia sagaz e lógica implacável. Não suplica por clemência, mas defende a vida como um dever sagrado, transformando sua apologia num manifesto sobre liberdade e integridade.
FICHA TÉCNICA
Texto: Régis de Oliveira
Direção: Bruno Perillo
Elenco: Luiz Amorim, Breno Ganz, Carlos De Niggro, Magnus Odilon, Marcus Veríssimo, Nalini Menezes, Priscila Camargo, Priscilla Dieminger e Roberto Borenstein
Cenografia e Figurinos: Chris Aizner
Iluminação: Cesar Pivetti
Direção de Movimento: Marina Caron
Direção Musical: Bruno Perillo
Assistência de Produção: Mirtes Ladeira
Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Designer Gráfico: Luciano Alves
Fotografia: Ronaldo Gutierrez
Contrarregra: Magnus Odilon
Camareira: Mirtes Ladeira
Produção: Regis de Oliveira e Bruno Perillo
Instagram @julgamentodesocrates
Serviço:
6 e 7 de novembro | 20h
Centro Cultural Santo Amaro
Av. João Dias, 822 - Santo Amaro
8 e 9 de novembro | 20h/19h
Centro Cultural Penha
Largo do Rosário, 20, Penha de França
11 de novembro | 10h
Centro Cultural da Juventude
Av. Dep. Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha
13 de novembro | 19h
Teatro Flávio Império
R. Prof. Alves Pedroso, 600, Cangaíba
20 de novembro |19h30
CEU Vila Curuçá
Av. Marechal Tito, 3.452 - Vila Curuçá
23 de novembro | 14h
CEU Lajeado
Rua Manuel da Mota Coutinho, 293 - Lajeado
25 de novembro | 19h
Teatro Flávio Império
R. Prof. Alves Pedroso, 600, Cangaíba
11 de dezembro | 15h
CEU Taipas
Rua João Amado Coutinho, 240 - Jaraguá
Duração: 80 minutos.
Classificação: 12 anos.
Gênero: Drama
RÉGIS DE OLIVEIRA que além de desembargador renomado, é uma pessoa pública de notório saber, ex-deputado - já foi até prefeito da cidade de São Paulo - é também romancista e autor de vários livros. Dedicado ao estudo da Filosofia, ele estreou no mundo da dramaturgia com a peça “ O Deus de Spinoza”. “Eu sempre me dediquei ao pensamento e à reflexão. E já há anos tenho professores particulares ou consultores, especialmente para a Filosofia. Para escrever esta obra, contei muito com a assessoria do Professor Maurício Marsola, que me conduziu na interpretação de Spinoza”, diz nosso autor. E segue: “Também tive assessoria para o estudo da filosofia e da doutrina judaica, tão importantes para entender a condenação de Spinoza, contextualizá-la e também para contar essa história. Spinoza é um dos mais notáveis filósofos de todos os tempos. A peça não é um estudo biográfico nem de análise de sua obra. Trata-se de localizar o autor em seu tempo, imaginar os confrontos que teve por força de sua crença religiosa em face de outra”. Estreia agora seu novo texto “O julgamento de Sócrates”.
BRUNO PERILLO é Ator e Diretor Teatral. Iniciou sua carreira em 1994. Fez parte de dois grupos teatrais de grande importância no cenário brasileiro: Grupo Tapa (1994–2001) e Folias D’Arte (2001–2012). Realizou workshop com o diretor inglês Declan Donellan (2008) e Master Class com o dramaturgo inglês Sir David Hare (2009). Pós-graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Celia Helena (2013), recebeu indicações para prêmios como Shell (2009, direção musical de Querô), APCA (2019, direção de Chernobyl) e Aplauso Brasil (2019 e 2023). Em 2023, apresentou O Beijo no Asfalto no Festival Internacional de Cali, na Colômbia.
Dirigiu Copo Vazio (Angela Ribeiro), Chernobyl (Florence Valéro), O Beijo no Asfalto (Nelson Rodrigues), A Vida em Vermelho (Aimar Labaki), Tango (Priscila Gontijo), Ato a Quatro (Janie Bodie), Velhos Tempos (Harold Pinter), Ânsia (Sarah Kane), Cabaret Luxúria (Rachel Ripani), Swallow (Stef Smith), Nada Mais Foi Dito (Luis F. Carvalho) e Lorelay (Marie Darrieaussecq).
Atuou em mais de 30 peças, além de novelas, filmes e séries. No cinema, participou de Salve Geral (Sergio Rezende), Onde Andará Dulce Veiga (Guilherme de Almeida Prado), O Último Chá (David Kullock), Amparo e Mario Wallace Simonsen (Ricardo P. Silva), A Felicidade de Margô (Mauricio Eça).
Na TV, esteve em Viver a Vida, Belíssima, Passione (Globo), Carrossel (SBT), e séries como O Negócio, Surtadas na Yoga, Buu, entre outras.
LUIZ AMORIM é ator, locutor, dublador e produtor cultural. Atua em publicidade, locução e dublagem em filmes, séries, animes, etc. Últimas peças em cartaz em 2025: “O Jardim das Cerejeiras", da Cia da Memória, sob direção de Ruy Cortez, e 'O Deus de Spinoza'" sob sua direção. Fez "O Vendedor de Sonhos”, de Augusto Cury, e os espetáculos “Di Repente”, "3 X Tebas", "O Fantasma da Ópera", "Tieta o Musical", "FuenteOvejuna", "Deus Lhe Pague", "Sete Minutos", "Viva o Demiurgo". Realizou os espetáculos infantis "A Sopa de Pedras", "O Macaco Juiz", "Beijo Não ", de Tatyana Belinky com o Grupo Luz e Ribalta, "O Circo do Picapau Amarelo" com a Circo & Cia, "O Planeta Lilás", "Boi Fubá", "Xigui", "O Príncipe e o Sábio", com o Grupo Pó de Guaraná, entre outros. Trabalhou com Bibi Ferreira, Antunes Filho, Antônio Abujamra, Lucélia Santos, Antônio Fagundes, entre outros. Fez Cinema (Fatalidade, Silvio Santos vem aí (2025), TV (Chiquititas, Maria do Bairro, Seus Olhos).
Fonte: Assessoria de Imprensa: Flavia Fusco Comunicação
Gabriela Winter anuncia novas datas da temporada especial de dez anos de Catadora de Ilusões.
Com direção de Naomi Silman, do LUME Teatro, o espetáculo revela com delicadeza e sensibilidade o universo de uma "recicladora de sonhos" que inventa um reino próprio para continuar existindo.
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Buena Onda Reggae Club faz show gratuito no Tendal da Lapa celebrando 10 anos de carreira.
Apresentação acontece em 16 de agosto, domingo, e integra circuito de shows comemorativos de uma década da banda que é um dos nomes de destaque da cena instrumental brasileira.
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Centro de Música Brasileira apresenta recital com obras de 16 compositores diferentes.
O evento é gratuito.
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O Mundo do Circo SP recebe, nesta semana, temporada do Circo di Mônaco e atrações da Cia Duna e Cia Laclass.
A agenda ainda inclui outros espetáculos gratuitos até 30 de agosto.
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NEFELIBATO, monólogo de Luiz Machado, retorna a São Paulo para curta temporada no Teatro B32 (Espaço Experimental).
Escrita por Regiana Antonini, com direção de Fernando Philbert e supervisão de Amir Haddad, e indicada ao Prêmio Cenym na categoria de melhor ator e pelo Prêmio Aplauso Brasil na categoria especial como Destaque do ano, a peça apresenta um equilibrista que vive entre lucidez e loucura
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Casa de Alice realiza edição da feira da Rua Fortunato, na Vila Buarque.
Evento gratuito reúne 40 marcas autorais, gastronomia e experiências criativas em um dos endereços mais tradicionais da economia criativa paulistana.
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Grupo Corpo Molde faz apresentações gratuitas do espetáculo de dança 3ª.
Coreografia que investiga as marcas da guerra sobre o corpo encerra trilogia dedicada às questões humanitárias e ocupa a cena com dez bailarinos e grades metálicas que se reconfiguram ao longo da obra.
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Sesc Belenzinho apresenta Helena Black, a drag queen contadora de histórias.
A programação acontece de 22 de agosto a 13 de setembro e é gratuita.
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Sucesso de público e crÃtica, Poema Suspenso para uma Cidade em Queda, da Cia. Mungunzá, ganha nova temporada na Funarte SP.
Espetáculo dirigido por Luiz Fernando Marques, aborda o sentimento de imobilidade vivido pelas pessoas nos dias de hoje.
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Em agosto, espaço ºAndar, tem programação intensa com teatro e cursos todos os dias da semana.
Entre os destaques do mês, estão os espetáculos
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Musical O Céu de Bibi Ferreira estreia em São Paulo no Centro Cultural FIESP.
A temporada vai de 20 de agosto a 20 de setembro e é gratuita.
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