Sinopse: O Grupo Vocal Trato No Tom celebra 25 anos de história com o espetáculo “Trato No Tom cantando os 25 anos”. O concerto comemorativo apresenta um passeio musical pela trajetória do grupo, reunindo canções e arranjos que marcaram diferentes fases desde sua criação, em 2001. Formado na cidade de São Paulo por um grupo de amigos unidos pelo desejo de cantar a música brasileira em arranjos vocais, o Trato No Tom construiu sua história acompanhando também as
transformações do canto coral e dos grupos vocais ao longo das últimas duas décadas e meia. Essa trajetória inspira o repertório do espetáculo. A abertura acontece com “Pro Dia Nascer Feliz”, traduzindo o sentimento que conduz a celebração: cantar para que os dias sejam iluminados, produtivos e
felizes. O primeiro bloco recupera o início dos anos 2000 e uma época em que muitos grupos e corais paulistanos exploravam intensamente o canto somente com vozes. “Caçador de Mim”, “Minas com Bahia” e “Ai Que Saudade D´Ocê” ganham interpretações vocais acompanhadas por percussão. O período também é
representado por “Linda Juventude”, com arranjo de Xavier Bartaburu, primeiro arranjo vocal criado exclusivamente para o Trato No Tom. Na sequência, o espetáculo chega à década de 2010 e às novas experiências musicais do grupo. Canções como “Vilarejo” e “Caminho das Águas” representam a incorporação do violão aos arranjos vocais, sob influência de grupos vocais cariocas. O bloco ainda apresenta “Jacarandá”, de Michele Leal, com arranjo dedicado ao grupo por Zeca Rodrigues, e “Linda Flor”, composição de 1929 considerada um marco do
samba-canção. O terceiro momento resgata parte do espetáculo “Rocks & Baladas”. “Casaco Marrom” e “Minha Fama de Mau” remetem à Jovem Guarda, enquanto “Eu Sei” e “Por Enquanto” conduzem o público ao repertório
que marcou a década de 1980. Para encerrar essa viagem musical, o Trato No Tom recupera parte de “Vozes Negras”, espetáculo apresentado pelo grupo em 2018. O bloco valoriza compositores e intérpretes negros e a presença da cultura afro-brasileira na música, com obras como “Milagres do Povo”, “Louva a Deus”, “Estrela”, “Diáspora” e “Carnavália”.