Gabriela Duarte em: O Papel de Parede Amarelo e Eu

Gabriela Duarte em: O Papel de Parede Amarelo e Eu

Imagem de estrela Imagem de estrela Imagem de estrela Imagem de estrela Imagem de estrela

Drama, 60 minutos, 12 anos

Gabriela Duarte em: O Papel de Parede Amarelo e Eu

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Drama, 60 minutos, 12 anos

Sinopse: O Papel de Parede Amarelo e Eu é uma adaptação contemporânea de uma obra pioneira de 1892, que até hoje ressoa profundamente ao confrontar as complexas relações de poder entre homens e mulheres. A história se desenrola através dos olhos de uma mulher diagnosticada com depressão e histeria, forçada por seu marido, um médico, a se isolar em uma casa para evitar qualquer esforço físico ou mental. Durante esse isolamento, ela desenvolve uma obsessão com o papel de parede amarelo de seu quarto, um símbolo de sua crescente confusão mental e angústia. A obra revela não apenas as tensões psicológicas da protagonista, mas também o contexto social que limita sua liberdade e identidade, desafiando as normas da época sobre o papel da mulher. Ao mesmo tempo, a peça expõe, com uma linguagem poética moderna e realista, a luta interna dessa mulher, refletindo sobre as questões de gênero e o poder nas relações maritais. A História mantém uma profunda atualidade ao refletir sobre os desafios enfrentados pelas mulheres e o avanço de suas lutas. Um espetáculo de forte simbolismo, que ilumina os dramas pessoais e o triunfo artístico sobre as adversidades.

Onde: Teatro B32

Av. Brg. Faria Lima, 3732, Itaim Bibi

Elenco/Direção: Da obra de Charlotte Perkins Gilman. Um espetáculo de: Alessandra Maestrini e Denise Stoklos. Elenco: Gabriela Duarte.

Este espetáculo não está em cartaz atualmente

Não há sessões com interpretação em LIBRAS

Não há sessões para espectadores com Transtorno do Espectro Autista

Comentários

Maravilhosa atuação! Recomendo.

Ana P.

Boa atuação, boa produção, só não me agarrou tanto o texto.

Ricardo B.

Linda a Gabriela Duarte.

Themey M.

Gosto do tema, mas o texto não me pegou muito e acho que a escolha de montagem da peça colaborou para a falta de conexão. Gostei muito da cenografia.

Paula M.

Ela é excelente, mas achei o enredo monótono e cansativo.

Rui G.

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