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![]() | Como se Tornar Uma Super Mãe em 10 Lições
Gênero: Comédia A peça se passa com as lembranças de um típico "Bom Filho" que ao tentar ministrar uma palestra no dia em que recebe um importante prêmio de ciências, observa que na primeira fila do auditório está sua "Super Mãe", interrogando-o a todo momento, para falar de sua "genial" infância; até que, enfim, o submisso filho, resolve então, contar sua história e as conseqüências da educação de uma mãe super-protetora. Dessas lembranças também surgem Papa (Ary França), o pai apático, que nunca fala nada apesar de estar sempre presente, e Annete (Flavia Garrafa), a irmã que se recente pela atenção da mãe ser quase toda voltada ao filho homem, mas que acaba por se tornar uma típica mãezona quando cresce. Há também um médico, um psiquiatra, o namorado de Annete, duas namoradas de Daniel e um casal de amigos judeus, mais velhos, todos interpretados pela dupla de atores Flávia Garrafa e Luciano Gatti. "Como se tornar uma super mãe em 10 lições" é uma divertida comédia que atinge todas as idades e retrata a grandeza e complexidade desta que é uma das mais árduas artes da natureza humana: A arte de ser mãe, ou melhor, uma super mãe! Classificação: livre. Texto: Paul Fuks. Tradução e Adaptação: Clara Carvalho. Direção: Alexandre Reinecke. Elenco: Ana Lúcia Torre, Kiko Marques, Ary França, Flávia Garrafa e Luciano Gatti. Teatro Gazeta (700 lugares) Avenida Paulista, 900 - Térreo (Próximo da estação Trianon-Masp do Metrô) (Cerqueira César) Tel: (11) 3253-4102 Horário da bilheteria: terça à domingo, das 14h até o início do último espetáculo
| Temporada: até 18 de Novembro, Sextas, às 21h15, Sábados às 22h e Domingos às 18h Preço na Bilheteria: R$ 50,00 (sextas e domingos) e R$ 60,00 (sábados) | ||||
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Amei!!!!!!!!!!! Para uma comédia, os textos foram muito sérios, sem uma conexão que nos levasse a risos. a peça é um tanto cansativa. Ana Lucia Torre está excelente, assim como Flavia Garrafa. O que prejudicou muito a peça foi o fato dos atores não usarem microfones, o teatro é grande e isso prejudica o espetáculo O texto é fraco , mas o elenco o torna interessante. Realmente não vale o valor. Muito parado, cheguei a dormir durante a apresentação. Não era para mim. Quem está a fim de ir para dar risada, não perca tempo. Mais barato ir em um bar de comédia ali perto e dar muito mais risadas. Muito cansativa, não gostei, a a presentação dos atores foi excelente mas o texto é muito fraquinho e cansativo Um espetáculo para toda a família, te faz viajar no passado e ver como foi a tua criação e como as mães judias não são tão diferentes das mães de qualquer crença, cultura ou país. Um bom programa para fazer em família, fui com minha mãe que se divertiu muito. A atriz Ana Torre está maravilhosa do início ao fim, dá prazer de ver pessoas experientes que sabem fazer teatro, e gostam disso. Já Danton Mello, ao meu ver, ficou com o texto meio perdido em dados momentos, além da interpretação um pouco exagerada como filho "histérico". Num todo uma boa obra, recomendável! Todos atores excelentes!
Danton, mA Ra vi lho soooooooo!
Identifiquei me com a mãe...kkkkkk
Parabéns a todos! São situações de nosso cotidiano, que presenciamos e temos que rir muito de tudo pois senão teríamos um ataque cardíaco. Muito divertida e com elenco de excelência.
Foi uma diversão altamente satisfatória. Achei um pouco cansativa, ao inves de 10 lições, poderia ser 6 lições. A interpretação da atriz principal foi excelente. O espetáculo é cansativo, parece que nunca começa: piadas sem graças e batidas, muito lugar comum; atores, inclusive os principais Danton Mello e Ana Lucia Torres, extremamente afetados e caricatos ao ponto de serem desagradáveis... Resumindo: é uma tragédia para os espectadores!
Para piorar, a acústica e sonorização são muito ruins para os que sentam na parte de trás do teatro! a atriz principal foi maravilhosa, os demais apenas figuração Muitas pessoas não deixarão de se identificar com os fatos que acontecem na peça, tanto as mães quanto os filhos. Vale a pena conferir e dar boas risadas. uma peça maravilhosa onde os artistas interagem com a plateia e tira fotos adorei mesmo!!! Os atores são excelentes e a dinamica que dão ao espetáculo é fantastica. Vou ver novamente esta peça. concordo em partes com o Amauri.
Fui assistir esperando ver show de peça! vi show de atuações distintas, como da Flavia Garrafa e Ary França...o Dalton Mello fica muito a desejar!
Fica piegas no andar da peça o desenrolar dos fatos.
Publico mais velho se identifica mais pelos costumes e fanatismo aos atores, mas avaliando como teatro + arte = peça morna.
Uma pena! Valeu cada segundo de aprtesentação o elenco é sensacional... parabéns, principalmente à Ana Lúcia Torre, sou seu fã. Atores carismáticos, peça envolvente. Se você não conseguir sair de lá uma super mãe, certamente sairá super leve! É uma peça bem humorada, com bons atores e muita simpatia da atriz principal com o público presente. Espetáculo é excelente e a iniciativa do SampaOnline também. Senti falta de referencia no site do Teatro Gazeta, inclusive liguei lá para confirmar se existia essa venda pois fica com uma cara não oficial. O som não estava muito claro e a bilheteria muito lenta, porém os funcionários foram muito gentis. Assisti hj! Recomendo!!!!! Ana Lúcia Torre dá um show além de ser extremamente simpática com seu público! Adorei! A atriz Ana Lucia Torre muito simpatica, a atriz nos recebeu como se estivessemos na sala da sua casa nos deixando muito avontade, o espetacula uma maravilha muito engraçado, os atores são excelentes, o teatro Gazeta é ótimo, vale cada centavo. Vanderlei Òtimo para assistir com toda a familia!!!Adorei!!! Adorei a peça, dei muita risada . E a interpretação da atriz Ana Lucia Torre é barbára. Eo teatro é muito bom, inclusive sua localização. O espetáculo é muito divertido, risadas do começo ao fim! Além do mais, o Teatro Gazeta é muito bom e a localização é excelente. O teatro da Gazeta estava lotado. Talvez o "simpático" cartaz que divulgou a peça "COMO SE TORNAR UMA SUPERMÃE EM 10 LIÇÕES" nos jornais tenha atraído o bom público nos primeiros dias de apresentação. Praticamente não havia a turma da colônia que habitualmente frequenta os espetáculos na cidade.
Infelizmente o que se viu foi uma peça de mal gosto, recheada de piadas horríveis - muitas piadas antigas - e inúmeras caricaturas dignas do teatro aplaudido pela corja nazista, na II Guerra Mundial.
Havia a lojinha com um homem de kipá, mexendo e remexendo tecidos (não é todo judeu que usa kipá - a kipá é artigo religioso...) e mulheres discutindo como aproveitar e reaproveitar roupas, como ser sovina ao extremo. Com vozes e sotaques irritantes... coisa típica de preconceito vulgar.
Tudo foi extremamente sem graça, porém, muitos incautos ou ignorantes riam das cenas ridículas apresentadas no palco.
Sinceramente, esperamos que a peça se torne um fracasso! Isso significaria que não há espaço para esse humor porco, baixo e agressivo.
A peça é uma adaptação de um texto de um escritor judeu norte americano. Com certeza a adaptação abrasileirada estuprou a criação original.
Quem fez a tradução, a adaptação e a direção precisa saber que nem todo mundo nasceu para ser um Woody Allen e que os judeus definitivamente não são "superiores" como foi dito no texto.
Proposta: mudar o nome da peça para "COMO NÃO FAZER TEATRO EM UM MONTE DE LIÇÕES". Na minha visão é uma peça muito inteligente, com o toque de humor exato. Aonde nós mães nos identificamos muito rsrsrsrs
Comentar a atuação dos atores e atrizes é uma brincadeira, pois eles são excelentes.A atriz que interpreta a mãe é sensacional. | ||||||